18 de dez. de 2012

Diário de uma ditadura disfarçada - Parte 5


DIÁRIO DE UMA DITADURA DISFARÇADA


Data: 18 de Dezembro de 2012

Aos amigos que me honram com a leituda deste modestíssimo blog, minhas cordiais saudações! Estou sem escrever desde Setembro para fazer-lhes uma surpresa! Lembram da AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO de arma de fogo (um gigantesco revólver calibre 38, que derruba helicóptero!) mencionada nas postagens anteriores?

Ainda não chegou.

Sem mais por enquanto.



13 de set. de 2012

Diário de uma ditadura disfarçada - parte 4


DIÁRIO DE UMA DITADURA DISFARÇADA

Data: 13/09/2012

Hoje fiz avaliação psicológica para emissão de laudo de sanidade. Tudo para atestar o que já haviam atestado há 3 anos: "Você tem a saúde mental perfeita!"

Jura?!

O custo da brincadeira: R$150,00.

Até agora já gastei: R$350,00 (taxas burocráticas diversas) + R$200,00 (renovação da filiação à Federação de tiro esportivo estadual) + R$150,00 (avaliação psicológica). 

Total: R$650,00

E isto ANTES de comprar a arma.



Por valor até menor um vagabundo compra um revólver em uma feira-livre de qualquer grande cidade, recebe a arma na hora e ainda ganha munição. Mas nestes o PT não toca. São potenciais eleitores, agentes da "revolução".


11 de set. de 2012

A medicina veterinária dos engomadinhos

Um "pinga-fogo" bem rápido...

Lembro que ao receber os parabéns pelo "Dia do Veterinário" (09 de Setembro) da minha irmã caçula, também médica veterinária, retruquei de maneira até um pouco rude: "Comemorar o quê?"

É óbvio que me conhecendo bem ela não ficou nada surpresa com minha reação. Afinal de contas, o que foi feito da nossa profissão nos últimos anos me faz corar de vergonha. No que se transformaram os médicos veterinários de hoje? Lá vai:

1) Babás de cachorrinhos/gatinhos de madame.

2) Aplicadores de vacinas.

3) Vendedores de medicamentos.

4) Dependentes de exames complementares.

5) Secretários de "pet-shop".

6) Ah, sim! Vendedores de ração (a 8ª maravilha do mundo!).

A clínica, a intuição, a experiência dos antigos profissionais, as vacinas e os medicamentos apenas quando necessários e na medida certa? Jamais! A ordem do dia é empurrar para pessoas com problemas psíquicos (que chamam um Yorkshire Terrier de "meu bebê", por exemplo) todo tipo de tranqueira e inutilidade, esquecendo das obviedades e do caminho mais simples e racional. 


Uganda do Itanhandu, Fila Brasileiro do Canil Itanhandu especializado na raça.

O médico veterinário cuida da saúde animal para preservar antes de tudo a saúde humana. Na inspeção de carnes e derivados, leite e derivados, pele, ovos, mel, pescado, fármacos, pesquisa, clínicas, genética, nutrição, dentre outros ramos, o objetivo é sempre o mesmo já citado acima. Hoje vemos balconistas engajadinhos de lojas para animais tentando cooptar profissionais veterinários a fazer parte do mundinho podre do "bem estar dos pets", da venda a qualquer custo de medicamentos e produtos biológicos (antibióticos, vermífugos, ectoparasiticidas, vacinas) e do teatrinho asqueroso dos "banho e tosa" da vida.

Quer frescura? Vá fazer a merda de um balé.

Quer enganar e furtar os outros? Vire um petralha.

Deixem a Medicina Veterinária para quem tem hombridade.


Diário de uma ditadura disfarçada - parte 3


DIÁRIO DE UMA DITADURA DISFARÇADA

Data: 11/09/2012

Ontem, dia 10 de Setembro de 2012, foram feitos os depósitos das taxas burocráticas para liberação de documentos de aquisição da arma de fogo.

O valor, R$350,00, é o mesmo praticado nas "feiras" e esquinas do crime para comprar uma arma ilegal (ex: revólver calibre 38, 5 tiros), sem tempo de espera, sem entrevista em região militar, sem cofre, sem fotos da sua casa ou visitas inopinadas de agentes do estado.

E ainda nem comprei a arma...


6 de set. de 2012

Diário de uma ditadura disfarçada - parte 2

DIÁRIO DE UMA DITADURA DISFARÇADA


Data: 06 de Setembro de 2012


Recebi duas mensagens hoje de meu clube de tiro informando que:

1) Meu laudo psicológico está vencido. Vou ter que gastar mais R$150,00 para pagar uma avaliação com perito.

2) Minha filiação à federação estadual está vencendo. Mais um gasto de cerca de R$200,00.

Somando tudo, até agora, já gastei cerca de R$700,00 sem sequer comprar a arma.

Duvido que um filiado ao PT, um latrocida, traficante de drogas ou menor infrator gaste tanto.




Um dos maiores assassinos da história, Stálin também desarmou o povo. 

5 de set. de 2012

Diário de uma ditadura disfarçada - parte 1

Introdução

Há algum tempo venho estudando modelos de armas de fogo interessantes para a prática do tiro esportivo, caça e defesa. Após escolher certo equipamento, dei entrada nos trâmites burocráticos determinados pela legislação brasileira para aquisição do mesmo. Antes que possa iniciar o "Diário", apresento aos leitores quais são os requisitos para o brasileiro exercer o seu direito de defesa e o da prática desportiva, ambos previstos na Constituição e ignorados pelo grupo político dos atuais mandatários do País.

Para o cidadão brasileiro possuir uma arma de fogo são necessários os seguintes requisitos:

1) Se quiser ser Atirador Esportivo, Caçador ou Colecionador: 

a) Não responder a processo por crimes contra a vida (pouco importa se é inocente ou não...)
b) Ter ocupação lícita e residência fixa.
c) Ser considerado apto em perícia realizada por psicólogo credenciado pela Polícia Federal.
d) Ser considerado apto em curso básico de tiro.
e) Ser filiado a um clube, federação e confederação de tiro.
f) Ser maior de 25 anos de idade.
g) Solicitar ao Exército o Registro de Atirador (Caçador ou Colecionador), conhecido como CR.

Em quase todos os requisitos acima o cidadão é obrigado a pagar diversas taxas.

Este processo, controlado pelo Exército através da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), situada em Brasília, demora bastante e ninguém sabe ao certo quanto tempo. Qualquer falha ou esquecimento de servidores públicos (perda de prazos, erro na confecção de documentos e certidões, por exemplo) são sumariamente ignorados e a culpa recairá sempre no cidadão, que terá suas solicitações indeferidas. Revelador é que se o cidadão atrasar por qualquer motivo o pagamentos de taxas e prazos de renovação de documentos, sofrerá todo tipo de sanção e humilhações.

Preenchidos os requisitos, nova via crucis: a aquisição da arma. De posse de todos os documentos e certidões mencionados acima, o cidadão deverá solicitar os préstimos de uma autoridade militar para, se assim achar conveniente, permitir que a compra da arma de fogo seja efetivada. O cidadão deverá ainda, o que é uma novidade, ser submetido a uma entrevista na região militar com jurisdição sobre a área do seu domicílio e apresentar fotografias do local da guarda da arma, que serão julgadas "seguras" ou não pela autoridade competente. Só então o servidor público poderá conceder ou não sua autorização final. Enviada a documentação da autorização, resta ao cidadão esperar que os prazos determinados sejam cumpridos, o que raramente acontece.

2) Se desejar uma arma de fogo para defesa (de sua família, residência ou domicílio):

a) Não responder a processos por crimes contra a vida.
b) Ter ocupação lícita e residência fixa.
c) Ser considerado apto em perícia realizada por psicólogo credenciado pela Polícia Federal.
d) Ser considerado apto em curso básico de tiro.
e) Ser maior de 25 anos de idade.
f) Comprovar junto à delegacia da Polícia Federal de sua região a "efetiva necessidade" para possuir uma arma de fogo. O julgamento desta necessidade será feito por um delegado da Polícia Federal, que pode indeferir o pedido simplesmente dizendo: "Não. Você não precisa de armas". E fim de papo.
g) O cidadão só poderá possuir armas de calibre permitido (ex: pistolas e revólveres: .22, 32, 36, 38, .380/9mm short). Calibres como o .40 SW, 357 Magnum, 38 Super, 45 ACP, 45 Colt, 44, 9mm, 5.56, 7.62, são restritos ou proibidos, utilizados apenas por atiradores, caçadores, colecionadores ou pelas forças armadas e auxiliares.

Notem que para o cidadão possuir uma arma de fogo no Brasil são exigidos mais requisitos do que os necessários para ser eleito presidente da república, e portanto comandante-em-chefe das Forças Armadas!

Para os bandidos não é necessário requisito algum, já que não se importam com as leis anti-armas.


Meliante posa com suas armas sem se preocupar com as proibições do governo

Das Armas

O Brasil apresenta certas peculiaridades legais (próprias das mais sangrentas ditaduras socialistas) quanto à fabricação, comercialização e posse/porte de armas de fogo e munições. Pouquíssimos fabricantes, acostumados à pouca ou nenhuma concorrência, disponibilizam no estreito mercado brasileiro produtos obsoletos e mal acabados, sem contar com o péssimo e negligente atendimento ao consumidor final. De munição só temos efetivamente um fabricante, único fornecedor das Forças Armadas e Auxiliares. Os caçadores, atiradores e colecionadores que desejarem manufaturar sua própria munição têm que recorrer a este fornecedor para comprar pólvora, espoletas, estojos e projéteis ou pagar impostos e outras taxas exorbitantes por produtos importados. O resultado é que no Brasil temos munição de qualidade questionável e os preços praticados são altíssimos se comparados aos de países livres. O mesmo pode ser dito das armas de fogo apresentadas ao mercado nacional. Se o leitor tiver a curiosidade de visitar os sites das Forjas Taurus no Brasil e nos Estados Unidos da América poderá ver a diferença. A citada indústria detém praticamente o monopólio da fabricação de armas de fogo no Brasil. E está muito satisfeita com a reserva de mercado garantida pelo governo.

As restrições de tipos de armas, calibres e fabricação de munição surgiram no Brasil em 1934, após a revolução constitucionalista de 1932, na qual o então ditador Getúlio Vargas foi desafiado por forças militares e civis de São Paulo. Vitorioso, percebeu que armas nas mãos do povo eram uma ameaça ao governo ditatorial, impondo as proibições que estão em vigor até hoje. Nem durante o período de governos militares os presidentes ousaram tanto! Já durante o governo do esquerdista Fernando Henrique Cardoso as leis anti-armas ganharam força e foram mantidas pelos também marxistas Lula da Silva e Dilma Roussef. 


Carga de infantaria na Revolução Constitucionalista de 1932


Getúlio Vargas (no centro, em destaque)




O ditador comunista Fidel Castro, ídolo de Lula da Silva e Dilma Roussef, também proibiu o povo cubano de possuir armas de fogo: "Armas, para quê?", disse.


Lula da Silva, símbolo maior do partido do desarmamento e do Mensalão, e Fidel Castro, ditador insepulto de Cuba.


Saiba o leitor, brasileiro ou estrangeiro, que o Brasil não é um país livre e democrático. É uma ditadura esquerdista mal disfarçada que condena o povo à ação livre dos criminosos e o escraviza à vontade do governo.



DIÁRIO DE UMA DITADURA DISFARÇADA


Data: 5 de Setembro de 2012


12:00h - Início dos procedimentos burocráticos para aquisição de armas de fogo junto ao clube de tiro do qual sou sócio.

1. Assinatura de 13 (isto mesmo, 13, o número dos ditadores petralhas!) formulários e outros documentos (solicitações, autorizações).

2. Pagamento de valores referentes a taxas de aquisição, guia de trânsito, certificado de registro de arma de fogo (CRAF) e apostilamento.

3. Marcação de data para entrevista na SPFC da região militar do interessado e envio de fotografias do local da guarda da arma.

4. Valor total das taxas: R$350,00

E isto porque já tenho CR!

Observação: A carga tributária incidente sobre a arma é de cerca de 60%.


"Bendito seja o Senhor, minha Rocha, que adestra as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra". (Livro dos Salmos, 144:1)




27 de jul. de 2012

"Loco, pero no tonto!"

Sou um seguidor do perfil da psicóloga cristã Marisa Lobo no Twitter. Professo a mesma fé da doutora (vocês devem ter percebido: sou cristão!) e compartilho com ela minha opinião sobre muitos assuntos, notadamente da abordagem que faz da possibilidade (guardem bem a palavra) do indivíduo homossexual ser assistido em psicoterapia por um profissional habilitado, se assim o desejar. 

 Ontem Marisa Lobo divulgou em seu perfil na citada rede social uma "chamada" para uma matéria no site cristão "Gnoticias" cujo título é: "'Atirador do cinema' é um caso clássico de loucura estimulada por jogos violentos", afirma psicóloga. Em um primeiro momento temi, com certa razão, que a matéria fosse descambar para os dogmas furados do desarmamentismo: o título já trazia um termo que nos remete à sanha dos desarmamentistas, no Brasil e exterior, em chamar de "atirador" qualquer sociopata ou criminoso que venha a abrir fogo contra pessoas inocentes e desarmadas. Fiz até um questionamento prévio ao autor da matéria, o sr. Tiago Chagas, que replicou ser esta terminologia utilizada pelo jornalismo internacional. De fato, em sua matéria, Chagas faz questão de destacar com aspas o epíteto "atirador do cinema", com o qual James E. Holmer é conhecido. Tive a prudência então de aguardar a publicação do texto e lê-lo, para depois comentar. 

 Pois bem! Qual foi a minha surpresa ao ver um texto jornalístico isento e bem construído, diferente do lugar comum do jornalismo vulgar brasileiro! Em momento algum tratou de "desarmamento". O articulista não emitiu opinião alguma, se limitando a divulgar as impressões de Marisa Lobo sobre tema diverso, no âmbito da psicologia. E a doutora NÃO errou! Em sua primeira participação, Lobo afirmou: "Uma pessoa pode permanecer num surto psicótico por muito tempo. Filme games (sic) violentos podem sim desencadear surtos psicóticos se esta pessoa se identificar com esse personagem e fazer dele seu objeto. O assassino [obrigado, dra. Marisa! Já explico.] do cinema é um caso clássico de loucura e violência estimulada por uma ficção, claro que ele já tinha uma 'co-morbidade'. Filmes/Games podem desencadear surtos psicóticos. Não são a causa, mas em todos os casos como esse do cinema, sempre tinha a ficção envolvida". 

Vocês leram o mesmo que eu li? Marisa Lobo, salvo na última frase, não tratou de generalismo algum. Percebam os destaques em negrito. "Pode" ou "podem" causar guarda uma boa distância do "devem" ou "vão causar". Mesmo os não habilitados em psicologia conseguem percebem que um comportamento exagerado tende a ser um sinal ou sintoma de um outro distúrbio, mais profundo, e as vezes não identificado pelas pessoas que cercam o indivíduo acometido. Prossegue Marisa Lobo: "Tenho motivos suficientes para acreditar que os jogos violentos também aguçam mudanças de personalidade nas pessoas que se entregam por inteiro a isso. Um jovem [que] apresenta [maior] agressividade por conta dos jogos, está na realidade, apresentando um sintoma de algo maior, insatisfação consigo e relacional. Os videogames, e filmes violentos podem estar formando uma geração de pessoas insensíveis ao sofrimento humano e de animais em geral". 

Ao afirmar acreditar que jogos violentos também aguçam mudanças de personalidade, Marisa Lobo delimita o tipo de indivíduo influenciável pelos softwares: o pária social, o sujeito já acometido de distúrbio psíquico, que não faz nada da vida além de utilizar os jogos e a ter pena de si mesmo. Já o comportamento agressivo é inerente ao humano e aos animais sociais. É fundamental a exibição de certo grau de agressão para a manutenção da ordem no grupo social, evitando assim conflitos mais sérios. O controle dos níveis de agressividade é aprendido pelo indivíduo na infância e desenvolvido durante sua vida. Quaisquer alterações neste mecanismo de aprendizado pode contribuir para a formação dos párias descritos, sociopatas, e isso sem levar em consideração causas anátomo-fisiológicas da má formação dos tecidos neurais, observadas em muitos indivíduos psicopatas, em maior ou menor grau. Não há como se eliminar o comportamento agressivo dos indivíduos, por se tratar de um mecanismo de sobrevivência tão essencial quanto a respiração. Há o controle. E é ele próprio, gozando de plenas faculdades mentais, que pode exercer este controle. O texto em si não trata de desarmamento. Talvez, e de acordo com algumas de suas postagens no twitter, a doutora Marisa Lobo defenda a proibição pura e simples dos chamados "jogos violentos". Eu defendo que somente os pais e mães ciosos de seus filhos tenham este poder. Não faz sentido um governo notoriamente inimigo das famílias censurar jogos de videogame e ao mesmo tempo promover toda sorte de patifaria (erotismo, gayzismo, esquerdismo) nas escolas. É o mesmo governo que nos impõe um ECA e financia notórios apologistas da pedofilia e drogas (coincidentemente todos desarmamentistas também). Da minha família ficará bem longe. 

 Quanto ao termo "atirador", é notória a má-fé da imprensa amestrada brasileira ao repeti-lo ad nauseam . O Atirador (e este é o termo que o Exército Brasileiro utiliza para classificar os desportistas) representa a categoria de atletas mais exigida, investigada e humilhada que se tem notícia. As exigências feitas ao Atirador Esportivo (e ao cidadão) para aquisição de equipamento e insumos (armas de fogo e munição) e o exercício de sua prática esportiva não encontram paralelo em nenhuma outra categoria, esportiva ou não. Quem dos senhores se comprometeria a receber "visitas" inopinadas de prepostos do exército em sua residência para fins de inspeção? Se duvidam leiam o R-105, uma lei ditatorial (Era Vargas) que faz do atirador, já submisso a toda sorte de humilhações e destrato do estado, um criminoso em potencial. Para quem se submete a isto, meus amigos, ser reiteradas vezes comparado a criminosos, covardes e doentes mentais é uma abominável ofensa. Os jornalistas que divulgam tal disparate, sabendo da novilíngua revolucionária que lhes é imposta, não são independentes como querem nos fazer acreditar. Tiago Chagas não comete tal impostura e deixou bem claro em seu texto. 

Ongs, grandes redes de comunicação, aduladores de traficantes de drogas e outros vagabundos e também os idiotas-úteis, são regiamente pagos por fundações e organismos nacionais (Viva Rio, Sou da Paz, PT, PCdoB, PSB, Governo Federal) e alienígenas (IAMSA, Open Society, ONU, Fundação Ford), todas bem nutridas com bilhões de dólares do sr. George Soros e turma. O mesmo Soros que financia o movimento neo-marxista de maconheiros do "Occupy Wall Street", bando de desocupados protestando contra o capitalismo. Coincidentemente é a raiz da vertente do "Occupy" do qual participa o assassino terrorista James E. Holmer, o "Black Bloc" . Mas é só coincidência... 

 Ele é "loco, pero no tonto". 

ps: James E. Holmer, do alto de sua loucura fictícia, soube escolher a hora, local e as vítimas, todas desarmadas e numa "free gun zone". Parece que a loucura de Holmer tem uma agenda bem definida.

ps2: "Free Gun Zones" são áreas inventadas por desarmamentistas nas quais não se pode portar armas de fogo, e por isso as escolhidas por sociopatas para perpetrar seus crimes doentios.